PressDesk AI
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Como funciona o PressDesk AI

O PressDesk AI aplica a um texto pronto o mesmo tipo de leitura que um editor de imprensa faz antes de decidir se publica: em segundos, aponta o que trava a pauta, sugere correções e reaproveita o material em outros formatos.

O fluxo, passo a passo

  • 1. Você cola o texto pronto. Título e linha fina são campos separados e opcionais — se preenchidos, são avaliados como título real; se vazios, a IA sugere um.
  • 2. A plataforma monta o diagnóstico. O texto é enviado com um roteiro editorial fixo, que obriga a avaliação de dez critérios objetivos.
  • 3. Você recebe notas e justificativas. Cada critério tem nota de 0 a 100 e uma explicação curta do que está bom e do que precisa mudar.
  • 4. O score geral resume a chance de publicação. É uma média ponderada, com peso maior para interesse jornalístico e potencial de publicação.
  • 5. Você decide o que fazer. Pode reescrever por conta própria, pedir a versão revisada ou reaproveitar o material em outro formato.

Os dez critérios da análise

A avaliação é sempre a mesma, o que torna as notas comparáveis entre textos, clientes e períodos:

  • Interesse jornalístico — existe pauta aqui ou é só comunicado institucional?
  • Clareza — o leitor entende de primeira?
  • Objetividade — sobra rodeio, adjetivo e frase de efeito?
  • Título — desperta interesse sem prometer o que o texto não entrega?
  • Lead — o primeiro parágrafo responde ao essencial?
  • Estrutura — a informação está na ordem certa?
  • Uso de dados — há números, fontes e evidências?
  • Linguagem promocional — o texto soa a peça publicitária?
  • Credibilidade — as afirmações se sustentam?
  • Potencial de publicação — um editor aproveitaria esse material?

O que a plataforma entrega

  • Diagnóstico editorial com score geral e nota por critério.
  • Sugestões de melhoria classificadas por severidade.
  • Versão revisada por IA, comparável com o texto original.
  • Reaproveitamento em vários formatos: matéria, artigo, LinkedIn, newsletter, FAQ, roteiros de vídeo, rádio e TV, entre outros.
  • Biblioteca organizada por pastas, clientes e tags.
  • Histórico e versionamento de cada texto, para acompanhar a evolução.
  • Controle por créditos, com extrato detalhado de cada ação.

A tecnologia por trás

A análise roda em modelos de linguagem de última geração acessados pela infraestrutura de IA da plataforma — sem que você precise contratar, configurar ou gerenciar chaves de API.

O modelo, porém, é só uma parte. O que define a qualidade do resultado é a camada em volta dele: um roteiro editorial fixo que descreve o que cada critério significa, um formato de resposta estruturado que garante nota e justificativa para todos os dez itens, e uma etapa de validação que confere a resposta antes de exibi-la. Se algo vier incompleto, o sistema avisa e refaz — em vez de mostrar um resultado inventado.

Seus textos ficam guardados na sua conta, isolados por usuário, e cada ação de IA é registrada no extrato de créditos. Quando a geração falha, nada é cobrado.

Por que não simplesmente usar um chat de IA genérico

Você pode pedir a qualquer assistente genérico que "avalie meu release". O resultado costuma ser gentil, genérico e inconsistente — e é exatamente isso que atrapalha uma decisão editorial.

  • Critério fixo em vez de opinião variável. No chat, cada pergunta gera um recorte diferente. Aqui, os mesmos dez critérios são aplicados sempre, com a mesma régua.
  • Nota comparável. Um score de 84 hoje significa o mesmo que 84 no mês passado, o que permite acompanhar evolução e comparar textos da equipe.
  • Papel de editor, não de assistente simpático. O roteiro instrui o modelo a agir como quem decide o que entra na edição, e não como quem quer agradar o autor.
  • Sem alucinação de fatos. A versão revisada trabalha sobre o que existe no seu texto: melhora forma, ordem e foco, sem inventar dados, fontes ou declarações.
  • Fluxo completo. Diagnóstico, revisão, reaproveitamento, histórico e biblioteca no mesmo lugar — em vez de conversas soltas que se perdem.
  • Zero engenharia de prompt. Você não precisa descobrir o pedido certo: ele já está embutido, escrito por quem trabalhou dos dois lados da redação.